A maioria das consultorias entrega um plano. A maioria dos escritórios jurídicos entrega um contrato. No meio dos dois existe um abismo onde boa parte das estratégias sucumbe: o modelo de negócio nunca foi redesenhado para sustentá-las. É sobre esse abismo que a Burg trabalha para construir a ponte e unir esses dois lados.
Abordamos a empresa como ela é, fazemos um diagnóstico e procuramos a oportunidade que estava escondida na própria estrutura. Desconstruímos o modelo de negócio no nível da arquitetura societária e contratual, alinhando os aspectos tributários, e reconstruímos de tal forma que torna a estratégia do proprietário possível, financiável e durável.
Nosso escopo vai além do CNPJ. Nossa visão aborda três aspectos indissociáveis:
Todo negócio carrega, dentro do próprio modelo, uma oportunidade de crescer. Nosso trabalho é encontrar essa oportunidade e dar estrutura a ela.
— Princípio fundador
O patrimônio se sustenta no que se decide antes da pressa.
Raramente um cliente contrata uma só. As frentes ao lado entram combinadas, conforme o objetivo: crescer, captar recursos, proteger patrimônio ou passar o bastão.
Abordamos o negócio como ele está e reformulamos para como ele precisa ser. Revisamos o modelo societário, tributário e operacional, identificamos oportunidades escondidas na estrutura e entregamos um novo desenho, pronto para a empresa alcançar novos patamares.
Quando o negócio cresce além da cabeça do fundador, decidir vira método. Montamos conselho de administração, separamos quem é dono de quem administra, estruturamos diretorias e comitês, e escrevemos os regimentos e as políticas que fazem a empresa decidir sem depender de uma pessoa só.
Escolhemos o tipo societário certo para cada objetivo, da Ltda à S.A., com tipos de quotas ou classes de ações desenhadas sob medida. A estrutura societária deixa de ser burocracia e vira instrumento de estratégia e vetor de crescimento.
Preparamos a empresa para receber capital de terceiros sem os proprietários perderem o que lhes é essencial. Criamos veículos de investimento segregados, licenciamos marcas e know-how, redigimos os contratos de investimento e mantemos os ativos essenciais dentro de outra estrutura, enquanto o investidor participa do negócio em outra empresa. Atuamos como engenheiros de custo de transação, ajudando a definir os critérios do preço. Atuamos como conselheiros de janela de oportunidade, definindo as condições adequadas e regras do negócio. Atuamos como guardiões da rota de saída, ajudando a eleger hipóteses de reversão ou desistência do negócio, ou ainda direito a eventuais indenizações.
Reorganizamos empresas e pessoas para pagarem o imposto devido, e nada além dele. Um arranjo bem desenhado gera eficiência operacional e economia tributária legítima e recorrente, ano após ano.
Separamos o patrimônio de quem construiu da operação que corre risco. Constituímos administradoras de bens, organizamos a herança em vida e preparamos a passagem do bastão entre gerações, para que a transição não custe o negócio.
Cada estrutura é desenhada por camadas: societária, tributária, contratual.
Dois exemplos de como o redesenho muda a trajetória de um negócio. Clientes reais, identidades preservadas.
Os donos de uma rede de varejo nos procuraram para preparar a empresa para a expansão. Fizemos duas coisas.
Primeiro, profissionalizamos a decisão com um novo modelo de governança, segregando a gestão da propriedade e a estratégia da execução. Criamos um conselho de administração composto pelos sócios e conselheiros de mercado, separando quem decide de quem é dono. E redefinimos as atribuições da diretoria executiva.
Depois, montamos uma administradora de bens. Ela compra os imóveis onde se instalarão as novas lojas, com financiamento de longo prazo. A administradora de bens aluga esses imóveis para a empresa operacional. O aluguel que a operação pagaria a um terceiro passa a amortizar o patrimônio da própria família. A roda do crescimento patrimonial não para de girar.
Alteração do contrato social, regimento interno do conselho de administração, política de aquisição de bens e serviços, política de transação entre partes relacionadas, constituição da administradora de bens e contrato de locação.
Uma rede de farmácias de manipulação, com cerca de 20 anos e 20 lojas, decidiu acelerar: mais 70 unidades em cinco a seis anos. A dona já tinha investidores interessados, mas não queria sócios dentro da franqueadora.
Criamos uma segunda empresa, separada. A franqueadora licencia marca e know-how para ela; os investidores entram nessa nova empresa por contrato de investimento, e é ali que circula o funding da expansão. As joias da coroa, marca e royalties, continuam com a família.
Então veio o segundo movimento. Abrir uma loja nova com CNPJ próprio custava cerca de R$ 500 mil. Aberta como filial, o custo caía para R$ 250 mil. Desenhamos um modelo de sócio-operador: convertemos a empresa em S.A., criamos ações preferenciais sem voto e demos a cada operador uma classe própria de ações, com remuneração atrelada ao resultado da loja que ele opera. O contrato de franquia virou manual de operações, em linguagem societária.
A conta muda de tamanho. Para abrir 70 lojas no modelo antigo, seriam cerca de R$ 35 milhões (R$ 500 mil por loja). No modelo de filiais, cerca de R$ 17,5 milhões. Metade do CAPEX por loja, payback mais curto, ROI e TIR mais altos. E um ticket de R$ 250 mil que dobra o número de candidatos e deixa o mesmo investidor abrir duas lojas.
Contrato social da nova empresa, contrato de investimento, contrato de licença de uso de marca e know-how, revisão do contrato de franquia empresarial, circular de oferta de franquia e pré-contrato de franquia.
Lemos o negócio por dentro: o modelo atual, os números, a relação entre sócios e herdeiros, onde está travado e onde está a oportunidade.
Desenhamos a arquitetura societária, tributária e contratual. Cada decisão é medida pelo que custa e pelo que abre no horizonte de uma geração.
Implantamos, registramos e acompanhamos. O trabalho termina quando a estrutura roda sozinha e a empresa cresce sem depender de nós.
Acompanhamos a passagem de uma geração à seguinte sem ruído.
A Burg juntou duas práticas sob o mesmo teto: a consultoria de modelagem de negócios e o escritório que cuidava do planejamento patrimonial e sucessório de famílias empresárias. Pegamos a estratégia que o empresário quer e construímos a estrutura jurídica e societária que a torna possível, e duradoura.
Trabalhamos com empresas de capital fechado, famílias empresárias e empreendedores que querem subir de patamar. Para esse cliente, discrição e excelência são indispensáveis.
Todo desafio empresarial é uma oportunidade de crescimento quando tratado com tempo e estrutura.
Transformar a estratégia do empresário em estrutura, e a estrutura em continuidade.
Relações íntegras e diretas. Discrição como método, não como pose.
Reflexões curtas sobre modelagem de negócios, governança, captação e sucessão.
A maioria das empresas trava na estrutura, antes mesmo da estratégia.
Ler nota ↗Marca e royalties podem ficar com a família enquanto o capital entra no veículo certo.
Ler nota ↗Como transformar um contrato de franquia em estrutura societária com remuneração atrelada à performance.
Ler nota ↗Onde mora a economia legítima e recorrente.
Ler nota ↗
Reservada, discreta, sem compromisso.
A primeira conversa é gratuita, confidencial e sem compromisso. Serve para olhar o seu modelo e ver se há uma oportunidade de estrutura a destravar.
Sob agendamento
Seg–Sex